segunda-feira, 27 de fevereiro de 2012

Festival Dde Temaki

O famoso Festival de Sushi do Restaurante Mangostin conta com mais uma novidade: O temaki, carinhosamente chamado de “koni” por muitas pessoas no Brasil. É literalmente um cone de nori (uma folha produzida a partir de algas marinhas), gohan (é o tradicional arroz japonês) e recheios diversos.  
O Festival de Sushi ocorre nos dias de sexta e sábado, no Restaurante Mangostin (Hotel Gran Marquise), a partir das 19h. Informações: +55 85 4006.5000; 0800 275 2202.

Um pouco sobre a culinária japonesa:

COZINHA JAPONESA

 Influenciada pelos chineses e desenvolvida em uma época em que o Japão esteve isolado do mundo, a culinária japonesa tem a soja como seus principais ingredientes.
Algumas crenças budistas proibiam o consumo de carnes juntamente com elementos da natureza o que restringia a escolha alimentar dos japoneses levando-os a fazer com que seus principais ingredientes da comida japonesa fossem os frutos do mar, o arroz, os vegetais, o macarrão, as frutas, os derivados da soja e as conservas. Com a desculpa de trazer o cristianismo, espanhóis e portugueses chegaram ao arquipélago apresentando consigo a permissão para comer carne de vaca e também as frituras em óleo e os doces, mas a permanência destes foi muito rápida, logo o Japão fechou seus portos para estrangeiros e expulsou o cristianismo e apenas algumas receitas que levavam carnes sobreviveram, seguindo assim com o peixe.
Baseados em tradições milenares, os pratos japoneses são simples e ao mesmo tempo ricos, os alimentos são classificados pelo método de cozimento, yakimono (grelhados), nimono (cozidos), mushimono (no vapor), agemono (empanados e fritos) e o sushi (crus), além dos legumes, que são todos picados bem pequenos para facilitar o uso dos hashis (os pauzinhos que são os talheres da cultura japonesa) e também o marco inicial da culinária, o arroz, que está presente em quase todos os pratos preparados. 
Introdução do arroz
Um dos marcos iniciais da culinária japonesa foi a introdução do arroz no arquipelágo em 2500 a.C., proveniente do sul da China e península coreana. Antes, os japoneses viviam da caça, pesca e coleta. Mais tarde, nasceu a agricultura do grão que até hoje é base da alimentação do país. A cultura do arroz é tão forte no Japão, que a palavra arroz (gohan) significa tanto a comida quanto uma refeição, assim como no Brasil se diz café da manhã. A história da gastronomia japonesa não se dá de modo isolado. Para entender o que os japoneses trouxeram e assimilaram à sua gastronomia é necessário recuperar parte da sua história, cultura e geografia.
O Japão é um país formado por inúmeras ilhas sendo quatro delas as principais (Hokkaido, Honshu, Shikoku, Kyushu). Suas condições geográficas influenciaram os costumes alimentares, uma vez que apenas 15% das terras são cultiváveis. A terra tornou-se preciosa e escassa demais para o desenvolvimento de campo de pastagem o que estimulou a produção de arroz e soja.
O período de isolamento budista proibira o comércio exterior, expulsara os estrangeiros presentes no país e banira o cristianismo. Seus seguidores foram obrigados a manter uma dieta vegetariana, complementada por peixes, uma vez que não se podia matar nenhum animal mamífero e aves como galos e galinhas passaram a ser considerados animais sagrados.
Em 1868, quando o sistema feudal foi derrubado e o governo moderno consolidou-se no Japão, a carne teve seu consumo liberado. Devido à carência de técnicas tradicionais japonesas para o preparo de carne, o ocidente e a China foram as principais influencias para o desenvolvimento do preparo de pratos com carne. Como exemplo, o tonkatsu que é um prato originalmente europeu e que sofreu algumas modificações ao se tornar um prato típico japonês.

O tempurá também tem sua influencia ocidental, acredita-se que sua origem está na fritura dos portugueses que aportaram no Japão no século XVI. No entanto, para os japoneses, o conhecimento da carne e de pratos com origem estrangeira não modificaram intensamente o costume das refeições em seus lares. A filosofia da arte culinária tradicional do Japão enfatiza limitar ao mínimo possível a interferência no alimento de maneira que se deve consumi-lo o mais próximo possível do seu estado natural.

domingo, 26 de fevereiro de 2012

ALIMENTOS TÊM INFLUÊNCIA NA CAPACIDADE MENTAL DO IDOSO.





Alimentos têm influência na capacidade mental de idosos
DA FRANCE PRESSE 

Os idosos cujo sangue apresenta maiores teores de certas vitaminas e ácidos graxos ômega 3 mantêm a capacidade mental e de memória por mais tempo, revela um estudo. 

O trabalho concluiu que os idosos que consomem estas vitaminas e ácidos graxos ômega 3 não experimentam uma redução do volume de seu cérebro, um fenômeno tipicamente observado nas pessoas que sofrem do mal de Alzheimer. 

Publicado na edição de 28 de novembro da revista "Neurology", o estudo determina que os altos níveis de vitamina B, C, D e E, assim como de ômega 3, encontrado principalmente nos peixes, têm efeitos positivos na saúde mental e no restante do organismo. 



"Este enfoque mostra claramente os efeitos neurológicos e biológicos, bons e maus, ligados aos níveis de diferentes nutrientes no sangue", explica Maret Traber, do Instituto Linus Pauling da Universidade do Oregon, no noroeste dos Estados Unidos. 

"As vitaminas e os nutrientes que se obtêm comendo uma grande variedade de frutas, legumes e peixes podem ser medidas com o auxílio de biomarcadores sanguíneos. Estou convencida de que estes nutrientes têm um grande potencial para proteger o cérebro e fazê-lo funcionar melhor", afirma Traber. 

A pesquisa também revela que os participantes do estudo com alimentação rica em ácidos e gorduras trans, abundantes em produtos lácteos e frituras, obtiveram resultados piores no teste cognitivo e apresentaram redução do cérebro considerável. 

Os pesquisadores analisaram 104 indivíduos com idade média de 87 anos, submetidos a testes com 30 biomarcadores de nutrientes no sangue. Deste total, 42 também passaram por exames de ressonância magnética para medir o volume de seus cérebros. 

quarta-feira, 15 de fevereiro de 2012

Funcionários qualificados rendem bons dividendos



Achei este artigo muito interessante e recomendo a leitura. No momento tem muitos gestores que ainda pensam de forma negativa na questão de investir ou reter talentos. 
Investir em gente traz resultados para o negócio e contribui para o crescimento do País. Não há como uma empresa crescer sem uma liderança bem formada. 





Funcionários qualificados rendem bons dividendos 
Notícia publicada quinta-feira, 2 de fevereiro de 2012 - 16h06 
Por Márcio Moraes* 





Enquanto muitos hotéis estão à procura incansável de profissionais qualificados, outros dispensam seus talentos com um único objetivo: atingir as metas de redução de custos. 

A conta é simples: dispensam profissionais com maior salário e contratam outros por uma menor remuneração, tão somente. O mais intrigante é que essa prática, até então comum entre os hotéis independentes, atualmente é percebida com maior frequência em algumas redes hoteleiras. A cada dia empresários de renome da hotelaria brasileira apostam nisso: cortar gastos. 

Eles acreditam que estão corretos, contudo, não estão. Essas empresas estão colocando ingredientes equivocados na balança. Trocam o curto prazo pela estratégia. Explico-me melhor. Para estes administradores, as metas financeiras em curto prazo estão acima da visão estratégica - que seria visar o crescimento e a maior rentabilidade mantendo a qualidade dos serviços. 

Tal atitude equivocada promove gestores liderados pela pressão dos números, preocupados tão somente com status do cargo. Alguns chegam a assumir qualquer postura em busca de resultados, ao ponto de proporcionar ambientes nada nutritivos. Ambiciosos, centralizadores (ou mantém uma relação com extrema condescendência com a equipe), eles esquecem as pessoas, negligenciam a qualidade dos serviços, assumem prazos e metas sem avaliar a possibilidade de cumpri-las. Como resultado, desenvolvem equipes fragilizadas pela tensão, ocasionando a desmotivação e a falta de compromisso com a ética. Por isso, peço atenção: os fins não justificam os meios. Ainda mais quando o fim (cortar gastos) promove um ambiente nocivo e nada produtivo. 

A falsa sensação de segurança oferecida pela supervalorização dos números não é compartilhada pelas empresas que sabem que nem tudo pode ser quantificado. Tais corporações reconhecem que o mundo dos negócios exige conquistas que envolvem a administração da pressão por resultados. O que passa pela gerência de pessoas, pelo planejamento em longo prazo, pela inovação dos processos e também por atrair profissionais qualificados. E mais importante de tudo isso é cuidar da saúde mental dos profissionais, todos, e formar equipes que saibam trabalhar colaborativamente. Para tanto, líderes que saibam administrar conflitos, entendam as diferenças individuais e percebam o contexto administrativo em todos os níveis macro e micro são investimento. 

Portanto, empresários reflitam, pensem em Gestão de Custos. Bem diferente de radicalmente cortar gastos, a Gestão de Custos tem como princípio diminuir os custos e elevar a produtividade. No arsenal de métodos, as empresas utilizam, por exemplo, a implantação de políticas de melhoria contínua a qual visa a eliminação de desperdício, com objetividade, de forma direcionada e consciente das implicações. Por ironia, tal conceito necessita de profissionais qualificados tanto na liderança como na execução. 

Em médio e longo prazos os resultados aparecem com "temperos" diferentes do outro modelo, bem mais duradouros e que ainda carregam o caráter humano muito forte: talento reconhecido é talento satisfeito profissionalmente, respaldado pelos seus verdadeiros potenciais. 

E os resultados financeiros? Você está se perguntando com certeza. Quando utilizada a boa visão estratégica, impulsionam-se os ganhos. Sugiro rever uma pesquisa da revista Você SA/Exame (setembro de 2011) sobre As Melhores Empresas pra Você Trabalhar. Por lá, diz-se que as empresas que têm um time mais qualificado, pagam mais e mantêm os talentos, possuem uma rentabilidade sobre o patrimônio superior em quatro pontos percentuais. A pesquisa complementa: investir em gente traz resultados para o negócio - e contribui para o crescimento do País. 

Não há como uma empresa crescer sem lideranças competentes. São necessários profissionais qualificados que sirvam como referenciais para aqueles que chegam e para outros na fase de desenvolvimento, ambos sentem a necessidade de "espelhos" para progredir. 

Colocando na ponta do lápis, investir na qualificação traz resultados promissores para ambas as partes. Evidente que gestores atualizados enfrentam com maior facilidade as mudanças conjunturais e respondem com eficácia à evolução tecnológica promovida nos últimos anos nas empresas hoteleiras. Como consequência, há melhora na produtividade das empresas e, assim, as vantagens competitivas aumentam. Para os profissionais significa maior poder de empregabilidade. Qualificação rende bons dividendos. Experimente! 


* Márcio Moraes é gerente de Planejamento de Carreira da QI Profissional. 



Contato 

Festival de Cervejas - Hotel Gran Marquise


Venha conhecer e se deliciar com o Festival de Cervejas no Hotel Gran Marquise!

Acontecendo todos os dias no Lobby Bar, das 09 às 01h, esse festival oferece uma grande variedade de cervejas e também deliciosos petiscos criados especialmente para você pelo Chef Edilson.
Além de se deliciar com as melhores cervejas, você também conhece sua história, composição e curisosidades.

Não perca!


CURIOSIDADES


Cerveja Estrella

Cerveja lager de sabor e caráter universal, ideal para ser apreciada em qualquer momento do dia.  Sua elaboração cuidadosa e qualidade na seleção das matérias primas resultam em uma cerveja refrescante, com espuma cremosa e bom aroma de lúpulo.

Cerveja London Lager 

O mestre-cervejeiro da Meantime, Alastair Hook, passou 20 anos planejando esta lager. 

É uma cerveja simples, limpa, lager de longa maturação, não pasteurizada, onde tudo que você poderá sentir é malte e lúpulo. O lúpulo utilizado na Meantime London Lager permite com que esta cerveja seja mais forte que a maioria das lagers, favorecendo sua harmonização com sabores mais fortes, tais como queijos maduros, presuntos e carnes defumadas, ou peixes

Cerveja Erdinger

Erdinger para sempre a primeira! A cerveja de trigo (Weissbier) mais conhecida e consumida do mundo. Produzida de acordo com a Lei de Pureza de 1516. Produz exclusivamente cervejas de trigo, sendo a maior especialista deste segmento de cervejas especiais.

Cerveja Stella Artois

Stella Artois é uma cerveja Pilsner Lager (de baixa fermentação) premium, de sabor balanceado e marcante. A premiada e cobiçada cerveja tem suas origens em uma tradicional cervejaria belga, chamada Den Hoorn, que data em 1366, uma das mais antigas do mundo, localizada na cidade de Leuven, no interior da Bélgica. Stella Artois é uma cerveja super premium, de sabor balanceado e marcante. Em 1717, o Mestre Cervejeiro Sebastian Artois comprou a centenária "Cervejaria Den Hoorn" e mudou seu nome para Cervejaria Artois. Stella Artois nasceu como uma edição especial de Natal. A cerveja era tão brilhante e clara que recebeu o nome de Stella - estrela em latim. O seu sabor marcante conquistou os paladares mais requintados e Stella Artois tornou-se aa cerveja símbolo da Bélgica.

Cerveja Brooklyn Pilsen

A Brooklyn Pilsner é uma refrescante Golden lager, feita no estilo preferido pelos cervejeiros nova-iorquinos pré-Lei Seca. Nos anos 1840, a cerveja pilsner emergiu da Europa central para se tornar um dos mais populares estilos de cerveja. Como suas antecessoras, a Brooklyn Pilsner é elaborada com os melhores maltes two-row europeus. Os lúpulos alemães Perle e Hallertau garantem um amargor nítido e pronunciado, além de um aroma floral e fresco. A cerveja é fermentada em baixas temperaturas e depois matura lenta e gentilmente [lagering], o que resulta em uma cerveja com suavidade e complexidade superiores.



Cerveja Warsteiner
    
Cerveja tipo pilsen, de baixa fermentação e alta concentração de lúpulo. Aspecto brilhante, transparente, com finas borbulhas e espuma branca e encorpada.
Agradável aroma de malte, combinado com suave amargor do lúpulo. Sabor amargo, suntuosa consistência e presença marcante de malte.
Fabricada exclusivamente a base de cevada, lúpulo, levedura e água, - conforme a Lei Alemã de Pureza, de 1516 Teor alcoólico de 4,8%.



Cerveja 1795

Fabricada sob rigorosos e tradicionais processos, com malte próprio e o lúpulo de Saaz, a 1795 é uma cerveja premium lager dourada, com paladar redondo e balanceado amargor. Possui aroma fresco e floral. stilo: lager (baixa fermentação) - 4,7% teor alcoólico Cor: dourada brilhante Aroma: floral e fresco Paladar: encorpado, bem balanceado, com boa presença de lúpulo e toques vegetais. HISTÓRIA A cerveja 1795 é a cerveja premium lager original da famosa cidade de Budweis, na Bohemia - República Tcheca, produzida pela cervejaria BMP (Budejovicky Mestansky Pivovar) a mais antiga cervejaria da região, fundada no centro histórico em 1795.

Cerveja Cerpa Premium

Produzida com a mais pura água da Amazônia, líder brasileira em cervejas Premium, a Cerpa Export é refrescante, saborosa e cheia de personalidade. Têm uma boa formação de espuma clara e um ótimo aroma com lúpulo. Graduação alcoólica: 5,3 %.

Cerveja Proibida

Proibida é a única cerveja Pilsen originalmente brasileira inspirada na região das melhores cervejas do mundo: a cidade de Plzeň, na República Tcheca.
Alinhada com os padrões europeus de qualidade, é fabricada com ingredientes selecionados e qualidade Premium, oferecendo um sabor leve e refrescante do jeito que o brasileiro gosta.


Cerveja Heineken

Fundada em 1863, por Gerard Adriaan Heineken, a Heineken é uma cervejaria Holandesa, situada em Amsterdã, é a terceira maior cervejaria do mundo.



Cerveja Kronenbier
             
Sua fermentação é realizada em temperaturas baixas e sob condições especiais, que inibem a produção de álcool. É composta de extrato primitivo leve, tem cor clara, baixa fermentação, aroma e sabor típicos e amargor acentuado. Foi a primeira cerveja sem álcool do Brasil.


Cerveja Skol Pilsen


A cerveja Skol é uma cerveja clara, com aroma refinado e sabor leve e suave. Cerveja Skol é jovem, ousada, irreverente, é a marca referência em eventos e a mais inovadora: foi a primeira cerveja em lata e lata de alumínio do país, a pioneira em garrafa long neck, lata com boca redondona, garrafa big neck e lata de 473 ml. Por tudo isso é a líder em preferência e vendas no Brasil.




Cerveja Artarctica Pilsen

Antarctica é clara e tem baixa fermentação. Tem aroma, sabor e amargor suaves. É uma clássica cerveja pilsen que combina tradição e qualidade há mais de um século.

  Cerveja Antarctica Cristal

        
Antarctica Cristal é a primeira cerveja brasileira com embalagem transparente, própria para momentos especiais e para cair na balada. Agora, mais especial que sua embalagem, só mesmo seu conteúdo. Uma cerveja do tipo extra, porém leve, com teor alcoólico e aroma mais acentuado.


Cerveja Brahma

Brahma é uma marca de cerveja brasileira criada em 1888, no Rio de Janeiro. A cerveja Brahma é uma cerveja clara, brilhante e ao mesmo tempo transparente. É uma cerveja leve, com paladar clássico da baixa fermentação e tem um sabor encorpado, aroma neutro, amargor menos acentuado e médio teor alcoólico.

Cerveja Brahma Malzbier


Para quem procura uma cerveja escura e encorpada com sabor diferenciado, Brahma Malzbier é ideal, pois tem um sabor levemente adocicado e aroma de caramelo. Além disso, é muito nutritiva, por ser rica em carboidratos. Brahma lançou a primeira cerveja tipo Malzbier no mercado.

Cerveja Bohemia

A marca de cerveja BOHEMIA surgiu em fevereiro de 1853, com produção artesanal, na cidade de Petrópolis, região serrana do estado do Rio de Janeiro, pelas mãos do imigrante alemão Henrique Kremer, um conceituado artista que se especializara na cobertura de casas com tábuas.
BOHEMIA tinha características de uma cerveja com estilo alemã: amarga e forte. Com o decorrer dos anos, seu sabor passou a adquirir as características de outras marcas existentes: mais leve suave e menos amarga, atingindo o padrão tradicional de qualidade dos dias atuais.

Cerveja Eisenbahn

 
       A Eisenbahn Pilsen foi desenvolvida para agradar a todos os paladares, pois a cerveja tipo Pilsen é a mais conhecida no Brasil e também a mais consumida no mundo. É uma cerveja clara puríssima do tipo Lager, de baixa fermentação, suavemente amarga e de médio teor alcoólico (4,8%). De coloração dourada, a Eisenbahn Pilsen traz em cada copo o verdadeiro sabor das cervejas de puro malte. Suas principais características são a pureza, transparência e sabor, que não tem comparação entre as Pilsen nacionais, lembrando muito as importadas alemãs. A cerveja Lager é historicamente mais recente que as Ales, tendo sido difundida a partir de seu berço, a cidade de Pilsen na República Tcheca. Para sua fermentação são utilizadas leveduras que resultam no processo chamado de baixa fermentação, ou fermentação a frio.


Cerveja Therezópolis Gold


            A cervejaria Terezópolis está localizada no Rio de Janeiro estado da região sudeste do Brasil desde 2006. A cerveja é tipo Pilsen (classe: Premium Puro Malte), de baixa fermentação.
Possui uma bela cor dourada, estimulante aroma de lúpulo e sua cremosidade é generosa, sua garrafa tipo "Jüngstes Kind", não retornável de 600 ml, permite degustar a Therezópolis Gold em qualqu

domingo, 22 de janeiro de 2012

Falta de mão-de-obra qualificada poderá ser o grande gargalo da hotelaria nos próximos anos


Falta de mão-de-obra qualificada poderá ser o grande gargalo da hotelaria nos próximos anos 

A qualificação da mão-de-obra existente hoje não é suficiente para atender a demanda de 266 novos hotéis que vão ser construídos no Brasil até 2014 ao custo de R$ 11 bilhões 


Iluminada sob holofotes dos grandes investidores internacionais, a hotelaria brasileira terá um grande crescimento nos próximos anos. Isto porque segundo o MTur — Ministério do Turismo, o País deverá receber até 2014 cerca de R$ 11 bilhões em investimentos para a construção de 266 novos hotéis, por conta da demanda crescente de turismo nos próximos anos. Somado a isto, a procura de linhas de crédito para modernizar e ampliar os meios de hospedagens existentes é muito grande e o BNDES — Banco Nacional do Desenvolvimento Econômico e Social contabiliza quase R$ 1 bilhão em solicitações. Este é exatamente a verba que inicialmente havia sido disponibilizada para o programa PróCopa Turismo, mas em razão da grande procura, o governo já estuda um aumento desta linha de crédito para que os meios de hospedagens possam se posicionar de forma bem competitiva para atender a demanda dos grande eventos que o Brasil irá realizar nos próximos anos. 

Entre os diversos eventos, os esportivos são os de maior destaque, como Jogos Militares Mundiais em 2011, a Copa do Mundo de Futebol em 2014 e os jogos Olímpicos em 2016. Toda a indústria brasileira deverá crescer significativamente no período. A cadeia do turismo será beneficiada por conta disso, pois se espera um fluxo gigantesco de turistas para País. Conforme um estudo recém apresentado pela consultoria Ernest & Young e pela FGV – Fundação Getúlio Vargas, o Brasil receberá uma injeção de cerca de R$ 142 bilhões na economia até 2014. Essa estimativa, corrobora a expectativa do MTur que prevê 73 milhões de desembarques domésticos no período. 

Enquanto muitas autoridades públicas se preocupam em demonstrar os bilhões de dólares em investimentos que vão ser canalizados para a economia, a preocupação com a o treinamento e qualificação da mão-de-obra ficou em segundo plano, mesmo cientes que este é um problema crônico no Brasil, principalmente na hotelaria que exige uma qualificação de trabalhadores bem acima da média de outros setores da economia. O MTur prevê que 2 milhões de novos empregos (formais e informais), sejam criados no território nacional nos próximos anos para atender o crescimento do turismo. Mas será que haverá uma quantidade de trabalhadores suficiente para suprir esta futura demanda? E a qualificação destes funcionários, como será feita? Este problema poderá tornar-se um gargalo para a rede hoteleira, que mesmo com investimentos astronômicos em novos empreendimentos correrá o risco de ficar sem trabalhadores qualificados. Este paradoxo já começa a tornar-se presente em algumas regiões do País e somente agora as autoridades públicas literalmente acordaram para este problema. O Ministério do Turismo através de uma parceria com a Fundação Roberto Marinho, lançaram recentemente o programa Olá Turista!, que oferece 80 mil vagas gratuitas para cursos on-line de inglês e espanhol, com o objetivo de qualificar a recepção do turista estrangeiro. No projeto que conta com apoio das principais entidades representativas do setor hoteleiro, podem participar do projeto: camareiras, mensageiros, recepcionistas de hotel, pousada e restaurante, garçons, taxistas, vendedores de lojas, ambulantes, agentes de viagens, de casas de câmbio, de segurança, de saúde, guias de turismo, atendentes em teatro, museus, aeroportos e atrativos turísticos estudantes universitários e técnicos de turismo, hotelaria, gastronomia, entre outros profissionais. 



Os desafios da qualificação 

Na região Nordeste, onde estão localizados os grandes resorts e complexos hoteleiros, a falta de mão de obra qualificada é crônica há muitos anos. A maioria dos empreendimentos sem muita opção de mão-de-obra qualificada ou para atender a cláusulas contratuais firmadas com governos locais, adotam políticas de inclusão social e focam suas ações na capacitação dos moradores do entorno. Assim, pescadores, apanhadores de coco acabam tornando-se garçons, barmens ou mesmo lavadeiras tornam-se camareiras nestes hotéis e resorts que possuem padrões internacionais de qualidade de serviços prestados. Estes trabalhadores em sua quase totalidade apresentam baixo grau de instrução, o processo de aprendizagem de determinadas funções, por vezes complexas, acaba interferindo em toda a operação do hotel. É comum que alguns empreendimentos hoteleiros ensinem a estes trabalhadores, por exemplo, como utilizar os sanitários ou mesmo o hábito de calçar sapatos. Este é um problema crônico que acontece no Brasil há muitos anos, principalmente nas regiões Norte e Nordeste do Brasil e que se não forem tomadas providências urgentes, os novos empreendimentos hoteleiros que consumiram bilhões de reais em investimentos correm o risco de não entrarem em operação por falta de mão-de-obra. 

O Ecoresort Praia do Forte que foi o desbravador desta região na Bahia que hoje é a mais cobiçado pelos investidores internacionais, encontrou sérias dificuldades na década de 70 para treinar e qualificar a população local para exercer funções operacionais relativamente simples, como garçons, barmens, camareiras ou mesmo mensageiros. Quando o empreendimento o resort decidiu na década de 90 informatizar seus serviços, os problemas se agravaram. “No passado uma parte da mão de obra era analfabeta ou com grau de escolaridade muito baixo, o que dificultava o aprendizado em treinamentos internos relacionados ao serviço operacional ou até mesmo a utilização de novas tecnologias, como por exemplo, a implantação de um sistema operacional informatizado. A solução adotada para o problema foi montar uma sala interna no hotel para aulas do tele curso, com atuação voluntária de outros colaboradores que auxiliavam ou ministravam aulas. Esta ação evoluiu de tal forma que percebeu-se a necessidade de ampliá-la para outras pessoas da comunidade. Atualmente esta ação de ensino supletivo é realizada pela área de educação da prefeitura”, afirmou Maria Helena Santana, Diretora comercial do empreendimento. 

Hoje o hotel que está sob administração do grupo português Tivoli foca suas ações em aulas de idiomas e formação interna referente postura, atendimento, técnicas de serviço. O plano de treinamento para as funções básicas do hotel tem duração de quatro a seis meses. Maria Helena acredita, que se não houver ações para preparar novos funcionários, o setor poderá sim sofrer um colapso por conta disso. “Atualmente já temos dificuldade em recrutar mão de obra qualificada na região, com certeza com a chegada de novos empreendimentos e o aumento da demanda turística em função dos eventos esportivos, esta situação será agravada”. 

O Grand Palladium Imbassaí Resort & Spa que está sendo implantado pelo grupo espanhol Fiesta na Costa dos Coqueiros na Bahia ao custo de US$ 160 milhões de investimentos, somente não entrou em operação até agora em razão de falta de mão-de-obra treinada e qualificada. O grupo teve que fazer uma parceria com o Instituto Imbassaí, que promove atividades relacionadas à profissionalização turístico-hoteleira da comunidade local. Também por conta de ações como essas, o Diretor geral do Grand Palladium Imbassaí, Luis Fraguás, acredita que o segmento não sofrerá nenhum gargalo e conseguirá preencher as novas vagas que vão surgir. “Estamos seguros e em condições de afrontar de forma satisfatória o aumento da demanda de profissionais do setor. Além disso, existem também planos e programas através de órgãos públicos e governamentais que realizam um excelente trabalho neste mesmo sentido, planejando e dimensionando as necessidades que serão geradas, de forma a complementar a iniciativa privada e o setor público. Estou certo que os desafios serão ultrapassados e os objetivos alcançados”. 

Mesmo em estados da região Sudeste encontrar mão-de-obra qualificada na hotelaria não é tarefa fácil. O recém inaugurado Breezes Búzios, no Rio de Janeiro, teve que criar uma dinâmica de seleção para contratação de trabalhadores locais para o seu quadro de funcionários. O processo iniciou-se dois meses antes da abertura do empreendimento selecionou trabalhadores em nove as áreas de recrutamento, sendo cada uma com cerca de 70 colaboradores, totalizando 630 pessoas entrevistadas. Destas 83% passaram a compor o quadro de colaboradores do novo empreendimento. Durante o processo de abertura, a rede mobilizou funcionários de outras unidades para dinamizar a capacitação. 



Alternativas caseiras 

Em razão da escassez de mão-de-obra, a maioria das redes hoteleiras brasileiras são obrigadas a recrutar o grosso da mão-de-obra da área fora do circuito universitário ou dos cursos profissionalizantes ou mesmo ter sua própria “universidade”. De acordo com um levantamento recente do IBGE, apenas 30% dos trabalhadores da área do turismo possuem mais de dez anos de escolaridade. Em outros termos, só uma minoria ultrapassou a fase dos ciclos de ensino fundamental e médio. Alguns grupos hoteleiros têm criado nos últimos anos diversos programas de aperfeiçoamento e padronização de seus serviços. Um dos mais famosos é a “Academia Accor”, universidade corporativa que capacita seus colaboradores desde o nível operacional, passando por cargos de chefia e gerência desde 1992. Ao todo, já foram treinados mais de 18 mil funcionários. Os cursos podem ser presenciais ou a distancia e focam não somente aspectos técnicos, mas principalmente características comportamentais da rede. 

De acordo com o executivo Frederico Callamari, da Academia Accor América Latina, as partes mais difíceis da capacitação básica não são os conceitos técnicos, mas sim o “Jeito Accor” de servir. “Nosso foco de desenvolvimento são as competências comportamentais. Um hotel só pode se considerar grande se sua operação está em total harmonia; apenas desta forma conseguimos prestar um excelente serviço aos nossos clientes”, disse o executivo. Callamari também considera um prazo de 90 dias como tempo mínimo necessário para que o colaborador integre uma das equipes do hotel. Segundo ele, outro grande desafio que as redes hoteleiras terão que se adaptar é o domínio da língua inglesa em todo o staff de operações. Camareiras, garçons e recepcionistas precisam ao menos entender os termos básicos do principal idioma do mundo. 



Qualificação Universitária 

Responsáveis pela formação de praticamente 80 mil novos profissionais da cadeia turística por ano, as 740 instituições de ensino do País estão atentas para a movimentação deste mercado, que deverá crescer de forma substancial nos próximos anos. Para a professora Vanessa Chimirra, da Universidade Anhembi-Morumbi, a primeira instituição a ministrar um curso de turismo no País, a maioria das universidades estão preparando seus alunos para este novo mercado de trabalho que está se configurando. “A Universidade se preocupa e estabelece cada vez mais mecanismos para que tanto o conhecimento teórico quanto o prático sejam assimilados pelos alunos. Do outro lado, temos que lembrar da importância crucial da dedicação do aluno nesse processo. Quando há o encontro bem sucedido entre aluno e instituição, e o aproveitamento do desempenho no período de estágio obrigatório, o recém-formado, com certeza, estará apto a prestar serviços de qualidade”, destaca Vanessa. De acordo com ela, em um prazo mínimo de seis meses, o aluno já está preparado para exercer as funções básicas de operação, desde que sob supervisão. 

A Coordenadora dos cursos técnicos e livres de Hotelaria e Nutrição do Senac São Paulo, Maria Luiza Santomauro Vaz, enfatiza que o tempo para qualificação de um profissional depende do ponto de partida, ou seja, quanto menos qualificado ou instruído ele for, maior será o investimento em treinamento, outro fator é a complexidade do cargo a ser ocupado. “Nós do Senac oferecemos cursos de aperfeiçoamento para camareira com 40 horas e cursos técnicos com duração de um ano além dos cursos superiores. Uma coisa que muitos investidores não percebem é que hotel é uma prestação de serviços feita essencialmente por pessoas, portanto quanto mais qualificado seus colaboradores, melhor será o serviço prestado”, destaca Maria Luiza. 

O seu colega, João Alexandre Martinez que é coordenador da pós-graduação dos cursos técnicos do Senac São Paulo, diz que a procura e demanda dos cursos de gastronomia, turismo e hotelaria alternam-se de tempos em tempos. “O panorama do ensino em gastronomia, hotelaria e turismo é muito sensível ao mercado, pois sempre que há um grande investimento nos negócios destas áreas, os cursos recebem um aumento na demanda. Há dez anos o mercado estava no auge dos investimentos, entretanto, na metade da década esses investimentos foram desacelerados o que refletiu na educação. A demanda por cursos de turismo e hotelaria diminuiu enquanto gastronomia aumentou, tendo em vista as oscilações do mercado, novas opções de carreira e temas que ficaram em evidência. Atualmente as notícias de novos investimentos no setor reabrem as oportunidades para qualificação de pessoal, contudo a modalidade de cursos técnicos é mais visada, porque, reage mais rapidamente”, afirmou Martinez. Segundo ele, a maior demanda nos próximos anos será por funções operacionais, formadas por cursos técnicos. “O que temos percebido é que o mercado será aquecido e gerará grandes oportunidades e sempre haverá espaço para profissionais bem qualificados”, concluiu o coordenador. 



Evolução no ensino 

Com o mercado aquecido, o ensino superior de hotelaria, gastronomia e turismo no Brasil teve que evoluir e nas últimas décadas se registrou uma melhora acentuada na qualificação, principalmente no investimento em professores qualificados e boas infra-estruturas. Algumas Universidades também foram buscar conhecimento em conceituadas Instituições de Ensino Superior européias, como foi o caso da Estacio, que construiu, em conjunto com com a Alain Ducasse Formation - ADF, na França, seu curso superior em Gastronomia e com a Ècole Hôtelière de Lausanne, na Suíça, para seu curso superior em Hotelaria. “Estas parcerias nos proporcionam ricas trocas de conhecimento e experiências, na formatação de currículos, entrega de planos de aula, treinamento dos professores, infra-estrutura e mais. Hoje nosso aluno hoje, ao se formar, também recebe um diploma destas Instituições estrangeiros em nosso curso”, enfatiza Marcus Steven Carruthers, Diretor dos cursos de nicho da Estácio. 

Segundo ele, no curso de hotelaria da Estácio, os três primeiros semestres são focados na prática de funções operacionais, inclusive devendo obter estágio comprovado nesta área, para prosseguir no curso que à partir do quarto semestre se concentra na gestão/administração de um hotel. (quatro anos de curso). Uma das preocupações que a Estácio possui é deixar bem claro para o aluno que para ser um grande hoteleiro, é necessário que ele começe pelas funções operacionais, para adquirir noções importantes como trabalhar em grupo, adquirir experiências, para almejar posições de gerência e aplicar seus conhecimentos adquiridos na Universidade. “Qualificar a mão-de-obra é um grande negócio e desafio de todo hoteleiro. Possuir colaboradores que prestam um atendimento de excelência em todos os níveis de hierarquia em um hotel é um grande trunfo para qualquer empreendimento e razão, muitas vezes, pelo sucesso ou fracasso do mesmo”, conclui Carruthers. 



Qualificar é preciso 

Segundo dados do Ministério da Educação e Cultura, existem no Brasil 740 instituições de ensino do País nos cursos de hotelaria, gastronomia e turismo que capacitam 80 mil novos profissionais da cadeia turística por ano. Entre as principais entidades de ensino estão: 



Senac São Paulo: Uma das grandes instituições do ensino de gastronomia, hotelaria e turismo do Brasil. Atualmente com 50 unidades na capital paulista, a instituição também conta com hotéis-laboratório para aperfeiçoamento das práticas escolares. Além do ensino universitário, a instituição ainda ministra cursos técnicos, voltados para funções operacionais. 



Anhembi Morumbi: Uma das mais tradicionais instituições de ensino do Brasil, a Anhembi-Morumbi ministra desde 1971 o mais antigo dos cursos de turismo do Brasil. A grade curricular dos cursos possui chancela da Institute of Higher Education (GIHE), na Suíça, classificado como uma das três melhores instituições do mundo na área. 



Estácio: Um dos diferenciais do curso de hotelaria é a possibilidade de conseguir dupla-titulação, válida tanto no Brasil, quanto no exterior. O curso conta com a chancela da mais renomada instituição de ensino de hotelaria do mundo: a Ecole hôtelière de Lausanne, somando conhecimento e vivência de uma grande escola suíça à vasta experiência da Estácio nessa área. 



Castelli ESH: Uma das mais tradicionais escolas Hoteleiras do País, a Castelli Escola Superior de Hotelaria, é o principal centro acadêmico focado neste segmento. Dispõe de programas de graduação de dois e também de quatro anos. Além disso, a instituição utiliza o conceito de “curso de imersão”, facilitando assim a integração entre professores, alunos, acadêmicos e também os gestores. 



FMU — Faculdades Metropolitanas Unidas: Conta em seu leque de cursos tecnólogos e também bacharelado nas áreas de turismo, gastronomia e hotelaria. A instituição conta com um programa inovador de ensino, dividindo o curso é dividido em módulos. A cada semestre, o aluno recebe uma certificação parcial e se torna apto para trabalhar em uma determinada área. Os conteúdos são continuamente revistos pelos professores, mantendo a atualização que o mercado exige dos profissionais do setor. 



UniJorge – Centro Universitário Jorge Amado: Organizado de forma modular, o curso dá ao aluno uma habilitação específica para cada semestre com certificações parciais. Ao fim do primeiro semestre, o aluno recebe a certificação de Supervisor de Hospedagem, no segundo semestre Supervisor de Alimentos e Bebidas, já no terceiro a certificação concedida é a de Supervisor de Vendas e Eventos e no quarto, o certificado de “Gestor de Meios de Hospedagem”.

Fonte: http://www.revistahoteis.com.br/materias/7-Especial/669-Falta-de-mao-de-obra-qualificada-podera-ser-o-grande-gargalo-da-hotelaria-nos-proximos-anos

Maior desafio do setor hoteleiro hoje é atender melhor o hóspede "plugado"


Maior desafio do setor hoteleiro hoje é atender melhor o hóspede "plugado"
Por Lucas Callegari, da Computerworld

Atual cliente exige garantia de mobilidade e acesso banda larga de qualidade no cardápio.



A necessidade premente dos hotéis brasileiros por tecnologia da informação (TI) está ganhando novo impulso com a expectativa dos negócios que poderão ser gerados com a Copa do Mundo de 2014 e as Olimpíadas de 2016. Para atender ao fluxo de turistas para os dois eventos, o setor hoteleiro aposta na modernização do ambiente de TI para aprimorar suas operações e melhorar a qualidade do atendimento.

Mas a preocupação vai além da ampliação e atualização da infraestrutura. Hoje, é preciso estar preparado para receber o cliente “plugado”, que incorporou definitivamente os dispositivos móveis ao seu cotidiano, é adepto das redes sociais e quer acesso à internet de qualquer lugar [e com qualidade]. Oferecer mobilidade no pacote é um diferencial atraente no segmento.

O grupo Accor, que reúne bandeiras conhecidas como Fórmula 1, Ibis, Mercury, Novotel e Sofitel, tem na manga o projeto de revitalização dos serviços de internet para atender ao emergente uso da web. Segundo a diretora de Tecnologia da Informação para América Latina do grupo, Carla Milovanov, a Accor deve finalizar esse projeto até o final deste ano.

“Estamos trabalhando no oferecimento de internet gratuita com banda larga e alta velocidade. O hóspede de hoje é `plugado`. A primeira coisa que faz quando chega ao hotel é entrar no Google para selecionar o restaurante, sincronizar os e-mails e acessar redes sociais. Por isso, precisamos de uma solução que o atenda.” Para Carla, os investimentos em tecnologia visam possibilitar a expansão do grupo Accor, que pretende somar 300 hotéis na América Latina até 2015.

“Temos um plano de crescimento agressivo e preciso elevar o nível de tecnologia, sem a qual não faço a gestão correta”, afirma. “Com o crescimento das vendas de smartphones, iPads, netbooks e dispositivos móveis em geral, é cada vez mais necessário ter um bom link de internet para oferecer, isso acaba se tornando um diferencial enorme”, afirma o gerente de Tecnologia do Unique, Gustavo Kronemberger.

Atualmente, o projeto mais ambicioso do Unique, um dos hotéis mais famosos de São Paulo por causa da sua arquitetura arrojada, é a automação dos apartamentos, onde por meio do iPod/iPhone ou iPad possibilitará ao hospede controlar luzes, ar-condicionado, TV, som, banheira, entre outros. Segundo ele, os dispositivos serão usados até para fazer ligações, seja por meio de softphone integrado ao PABX ou por Skype. O iPad também figura nos departamentos de vendas, recepção, concierge e restaurante.

“O perfil do cliente mudou, principalmente do executivo. Hoje, quando ele chega ao hotel não quer saber onde está o frigobar. Ele quer saber onde está a internet. Isso está fazendo o setor mudar em relação à tecnologia”, afirma Ricardo Ramirez, gerente de Tecnologia do grupo mexicano Posadas, que possui as bandeiras Caesar Park e Caesar Business.

A crescente importância da tecnologia fez o grupo criar, aqui no Brasil, um Comitê de Tecnologia, do qual fazem parte áreas como operação, financeira e marketing, que ³pensam² nas soluções que o hotel pode oferecer para melhorar o serviço de atendimento. ³Estamos finalizando o investimento de 3,5 milhões de dólares utilizado na integração de todos os sistemas de fidelização de clientes na América Latina², informa o gerente de Tecnologia.

Investimento em infraestrutura
Além da mobilidade, tecnologias que aprimoram o relacionamento com o cliente e descubram os seus hábitos também fazem parte da atual lista de prioridades do setor. Os hotéis que querem ser classificados de “inteligentes” devem oferecer uma gama de facilidades aos clientes [do check-in ao check-out].

Os investimentos previstos para o setor sinalizam grande expansão para os próximos anos. Segundo o Ministério do Turismo, os aportes deverão atingir 9 bilhões de reais até 2019. Além da perspectiva com os grandes eventos esportivos, o momento econômico é outro estímulo ao apetite dos investidores. Em 2010, o ramo hoteleiro nacional bateu recordes de ocupação.

A demanda cresceu 10% e o setor comemorou taxa de ocupação média de 65% ao longo do ano. De acordo com Cláudio Roberto de Azevedo, diretor de Operações da APP Sistemas, o setor deve aproveitar a oportunidade dos aportes de capital para ampliar a infraestrutura e também implementar inovações tecnológicas necessárias. “Ainda existem muitos hotéis que não adotaram plenamente soluções de TI. A grande maioria ainda utiliza somente sistemas de gestão para controlar a parte operacional (back office)”, diz.

Localizada na cidade de São José do Rio Preto (SP), a APP Sistemas tem focado em mobilidade com a automação de comandas e soluções web para reservas online. O projeto de Personal Digital Assistant (PDA) já é adotado em alguns clientes e, a partir de julho, a empresa vai oferecer automação com tablets. A iniciativa, voltada para reservas online, é outra inovação recente.

“O hóspede pode efetuar o pagamento online em ambiente seguro. A solução pode funcionar integrada à solução APP Hotel e temos a integração aberta, caso seja necessário integrar outro software de gestão para hotelaria.² O diretor de produtos e serviços da CMNet ¬ uma das mais importantes fornecedoras de software de gestão para o setor hoteleiro no Brasil ¬, Cláudio Rehfeld, também acredita nas soluções para dispositivos como tendência. “As nossas já comportam a mobilidade, como o controle de estoques e os serviços de restaurantes que utilizam PDA. Mas queremos aplicar o recurso em mais módulos”, diz Rehfeld.

Controlada pela Bematech, a CMNet possui uma carteira com centenas de clientes, alguns dos quais grandes redes de hotéis no Brasil, e seu principal produto é o CMNet Hotal Full, software de gestão hoteleira voltado para grandes hotéis e redes. Há ainda o CMNet Hotal Special, versão simplificada do Hotal Full, para pequenos hotéis, pousadas e flats. O Hotel Full é uma suíte de 40 módulos que atende todas às áreas do hotel, como restaurante, contabilidade e eventos.

Outra tecnologia destacada pelo executivo é a Revenue Management, sistema de gerenciamento de tarifas dinâmicas e receitas conforme variações da demanda. “Ela compatibiliza a tarifa com a oferta de apartamentos, de acordo com o comportamento da demanda. Sugere a tarifa ideal”, informa Rehfeld.

“O Brasil passa pela fase de descoberta do mundo da gestão de receita, sendo que até pouco tempo a estratégia era estar alinhado à concorrência e às oportunidades do mercado”, reforça o diretor geral da Micro-Fidélio do Brasil, Camilo Torre. Segundo ele, o momento é de oportunidade para profissionalizar os processos operacionais dos hotéis.

Assim, os estabelecimentos vão “focar na qualidade do atendimento com soluções inteligentes, capazes de guardar e tirar proveito do Raio X do hóspede, como saber suas preferências, entender as flutuações e as tendências da demanda para otimizar a geração de receita e ganhar terreno da concorrência.” Subsidiária do grupo norte-americano Micro-Systems, a Micro-Fidélio oferece soluções de gestão para hotéis e atende grandes grupos hoteleiros no mundo.

Uma delas é a Opera, que abriga módulos que suprem todo o front office do hotel, e para atender ao uso crescente de dispositivos móveis, tem o Opera2Go. O aplicativo instalado em dispositivos móveis (smartphones) dos hóspedes permite fazer reservas, pedidos especiais de arrumação e room service, entre outros serviços.

Megaeventos
O movimento de preparação para os grandes eventos esportivos e para a expansão do mercado nos próximos anos ocorre principalmente entre as grandes redes, em que os departamentos de TI passam a ter um papel crucial. O grupo Accor é uma delas. No final do ano passado, lançou o “Projeto Renova”, visando a modernização de todos os software de gerenciamento de seus hotéis no Brasil e na América Latina.

Entre as inovações está a implementação da última versão do Opera, da Micro-Fidélio, que cuida do front office. Para 2011, o grupo planeja concluir o projeto em 60 unidades, do total de 163 do grupo. O restante terá suas soluções renovadas até o primeiro semestre de 2013. Serão gastos no “Projeto Renova” cerca de 5,6 milhões de reais somente em 2011.

“Os eventos fomentarão o aumento da estrutura hoteleira no País. A hotelaria sabe que não pode investir pensando somente em eventos curtos. O gestor de um empreendimento como o de um hotel tem de calcular seu pay-back por vários anos”, afirma Alcir Toigo, responsável pelo Departamento de Relacionamento com Clientes da Desbravador, empresa que também fornece soluções para hotéis e tem forte presença no sul do País.

Para o executivo da CMNet, o atual ciclo de expansão deverá trazer novos desafios para o setor hoteleiro. “Haverá aumento da competitividade e, por isso, cada vez mais, os hotéis terão de utilizar tecnologia da informação para garantir bom atendimento e fidelizar a clientela”, finaliza.

segunda-feira, 26 de dezembro de 2011

REVEILLON EM GRANDE ESTILO

E depois do Natal, que é uma data especial, temos que nos preparar para uma festa grandiosa, que é receber mais um ano em nossas vidas. Abaixo segue o delicioso menu internacional que o Chef Edilson preparou para a festa de réveillon do hotel.

ENTRADAS E SALADAS
 Seleção de Folhas e Legumes Frescos
 Seleção de Antepastos
 Gazpacho de Lagostin Picante com Crôutons e Hortelã
 Cascata de Camarões
 Ceviche de Robalo com Pimenta Rosa e coco Fresco.
 Tabule com Frutas Tropicais (em forma)
 Salada de Mini Polvo com Cebola Roxa e Salsa.
 Salada de Abacate Aperitivo (guacamole)
 Salada de Champignons ao Champanhe
 Hummus de Grão Bico em Pão Sírio.
 Mexilhões Meia Casca Heracles (forno)
(mexilhões, nozes, ervas frescas, manteiga e parmesão)
 Meia Pêras ao Vinho com Foie Grás
 Tartar de Atum com Ovas de Salmão
 Salada de Palmito com Caviar
 Vieira no Azeite de Trufa
 Salada de Endívias com Salmão
 Peixes Defumados e Marinados
 (salmão, arenque, surubim, truta)
Sushi Tropical

MESA DE QUEIJOS
Brie, Camembert, Emmenthal, Gruyere, Grano Padano,
Parmesão, Primma Donna, Provolone, Gorgonzola,
Mozzarela de Búffala, Reino, Ricota Condimentada
 Gouda, Edam.
  
MESA DE FRIOS
Pastrami, Bolo de Carne com Picles, Lyoner com Pimenta Verde
Lyoner de Frango com Tomate Seco, Lombo Canadense,
Presunto di Parma (peça inteira), Patê de Vitela, Patê de Foie Grãs,
Terrine de Campagne c/ Avelã, Terrine de Cordeiro com Pistache,
 Roastbeef.

ESTAÇÃO DE PÃES
Baguete, Ciabata, Mini baguete, Sírio, Sete Grão Integral, italiano etc

PRATOS QUENTES
Peixe Assado Inteiro no Papillote (tacho)
Sinfonia de Frutos do Mar (Tacho)
(lagostins, polvo, lula e mexilhão)
 Camarões Alambique (creme de maracujá na Moranga)
 Prime Rib Angus and Barbecue Whisky (sete ripa corte) (Tacho)
 Leitão Pururuca com Farofa de Castanhas (corte)
Lombo de Vitelo Dionísio
(marinado com canela, vinho branco e ervas frescas)
 Confit de Canard Sauce Tangerina e Cointreau 
 Tournedos Sauce à La Forestier
(champignons, cebola, vinho tinto e estragão)
 Risone de Tomate Seco
 Abobrinha Assada Perfumada
 Flor de Batata com Açafrão
 Arroz de Abacaxi com Amêndoas
 Nhoque de Banana e Concassée
 Legumes Salteados
 Sorte
Sopa de Lentilha Vermelha.
  
SOBREMESAS
Torta Crocante de Amêndoas
Torta Trufada 
Torta de Chocolate Preto e Branco 
Tarte de Pêra Caramelizada 
Mini Tarte de Mirtilos 
Mini Tarte de Cereja Fresca
Tarte Tartin
Fatias Folhadas com Crème Damasco
 Cheesecake de Framboesa
Bavarois de Amora 
Pudim de leite
Mousse de Chocolate (individual)
Mousse de Cupuaçu (individual)
Pavê de Pêssego 
  Compotas e Doces 
Sobremesa Diet e Light
 Estação de Frutas Flambada com Sorvete.(cozinheiro servindo)
FRUTAS INTEIRAS
Mirtilo, Lichia, Mangostin, Pitaya,
Ameixa Vermelha e Branca, Pêra Asiática, Maçã Argentina.
Cereja, Figo, Caqui, Pêssego, Nectarina, Morango,
Damasco, Uva Rubi, Uva Sta. Emília
 Goiaba Branca, Caju, Jambo, Carambola,
FRUTAS SECAS 
Castanha do Pará, Castanha de Caju, Pistache, Nozes sem Casca, 
Amêndoas, Avelã, Tâmaras, Damasco, Ameixa Seca. 

Esse ano nosso réveillon vai ter uma decoração tropical, será realizado no Salão Spazio a partir das 22h do dia 31 de dezembro de 2011. A animação fica por conta do DJ e Banda André Reis e o traje para a festa será Esporte Fino (confira as dicas sobre o traje no blog do hotel: http://www.granmarquise.blogspot.com/2011/12/traje-esporte-fino-para-o-reveillon.html).

Teremos um Open Bar Internacional de Whisky 12 anos Old Par, Vinho Chileno Branco e Tinto, Espumante, Cerveja, Água e Refrigerante.

E ainda, a partir das 4h da manhã do dia 1º de janeiro de 2012, será servido um farto menu de café da manhã.

O valor é de R$ 410,00 por pessoa, tudo que mencionei acima está incluso. 
Os ingressos estão sendo vendidos, garanta o seu: 4006 5000.